Embora a arrecada??o federal tenha ca?do em termos reais, ? o n?mero nominal (sem descontar a infla??o), o mesmo medido pelo Impost?metro, que deve ser analisado.
POR AGÊNCIA BRASIL - 16/06/2017
A marca de R$ 1 trilhão no painel do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) foi registrada às 8h desta sexta-feira (16). O valor equivale ao total de impostos, taxas e contribuições pagos pela população brasileira desde o dia 1º de janeiro de 2017.
Em 2016, o montante de R$ 1 trilhão foi alcançado em 5 de julho. O presidente da entidade, Alencar Burti, explica que a arrecadação aumenta quando há crescimento econômico e elevação de impostos. Para Burti, “no segundo semestre, espera-se elevação da arrecadação em função da melhora da atividade econômica”.
“Já que nossa economia não está crescendo, essa diferença de 19 dias reflete aumentos e correções feitos em impostos e isenções, além da obtenção de receitas extraordinárias como o Refis [parcelamento de débitos tributários]. Reflete também a inflação, que, apesar de ter caído, segue em patamar alto”, analisa.
Arrecadação federal
O presidente da ACSP esclarece que, embora a arrecadação federal tenha caído em termos reais, é o número nominal (sem descontar a inflação), o mesmo medido pelo Impostômetro, que deve ser analisado. “Nosso painel não mede apenas tributos federais. Também entram na conta os estaduais e municipais. O que temos que observar são os valores nominais, porque os gastos são todos nominais”.
Corado abre convenção do PMDB relatando o abandono do interior
Por Warnoldo Maia de Freitas
O prefeito de Amaturá, Joaquim Corado (PMDB), abriu na manhã da quinta-feira, 16, na quadra da Unidos do Alvorada, a convenção do PMDB para oficializar a chapa Eduardo Braga e Marcelo Ramos, escalada para disputar a eleição suplementar de agosto, e aproveitou para destacar o abandono do interior do estado que “sofre com graves problemas na saúde, educação e segurança”.
Durante o seu pronunciamento, Corado disse, ainda, que os municípios precisam ser tratados como entes federados e lembrou que a maior parte das demandas por serviços ocorre nas cidades, nos municípios.
Ao pontuar os problemas enfrentados pela maioria dos prefeitos do interior do Amazonas, Corado disse que eles precisam desdobrar-se para não fechar as portas das prefeituras e reafirmou a sua confiança em uma “gestão transformadora, de Eduardo Braga, focada na busca das melhores soluções destinadas a solucionar os problemas e a tirar o estado da UTI”.
“O interior está confiante, porque considera o Eduardo Braga como o governador que mais trabalhou para melhorar a vida do interiorano, principalmente nas áreas da saúde e da educação”, disse Corado.
Para Joaquim Corado, a volta de Eduardo Braga ao comando do Governo do Amazonas é uma grande esperança para os prefeitos, porque todos têm urgência em resolver as demandas na área da saúde.
“A situação está cada dia mais difícil, porque estamos sustentando todo o atendimento médico hospitalar. Na segurança é a mesma coisa e nós pagamos a luz elétrica das delegacias, passagens, alimentação e moradias para os policiais militares designados para os municípios. A educação também está abandonada, com as escolas em péssimo estado, o que é um grave desrespeito aos cidadãos do interior”, disse ele.