Manaus, 20 de Abril de 2026

O Amazonas precisa de pol?ticas de desenvolvimento, alerta Braga

Senador diz que se nada for feito o estado corre o risco de mergulhar em um grande colapso social

Política | 02/06/2017 - 15:15
Foto: Reprodu??o

Senador Eduardo Braga

 Senador diz que se nada for feito o estado corre o risco de mergulhar em um grande colapso social

 
Por Warnoldo Maia de Freitas
 
O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) afirmou no início da tarde da sexta-feira, 02, durante participação no programa Câmara 13, da TV Bandeirantes, apresentado pela deputada federal Conceição  Sampaio (PP/AM), que o Amazonas atravessa um momento extremamente difícil e precisa de políticas de desenvolvimento para sair do casos.
 
Segundo ele, no dia 6 de agosto, no primeiro turno das eleições suplementares que vão apontar um substituto para o ex-governador José Melo (PROS/AM), que teve a sua cassação confirmada pelo TSE por compra de votos nas eleições de 2014, o eleitor amazonense vai poder escolher, livremente, um novo governante para tirar o Amazonas do caos.
 
O senador lembrou, ainda, que hoje a população do Amazonas sofre com a falta de emprego, segurança, remédio, esparadrapo e polícia na rua, entre outras coisas, e se nada for feito o estado corre o risco de mergulhar em um grande colapso social.
 
Apesar dos problemas variados apresentados no cardápio do Amazonas, Eduardo Braga disse acreditar que a exploração racional dos recursos do estado pode ser uma boa opção para a abertura de novas oportunidades de atividades econômicas e destacou a transformação da silvinita em potássio, para alavancar o agronegócio.
 
Para ilustrar o quadro de caos Braga disse que os hospitais do interior estão abandonados, as escolas enfrentam uma situação extremamente difícil, o sistema viário está destruído e o setor rimário encontra-se abandonado.
 
“A geração de emprego e renda, a segurança, a saúde e a educação precisam ser encaradas como prioridades para dar à população o que ela merece”, disse ele.

Reformas
 
Braga afirmou que é a favor das reformas, porque o Brasil precisa delas, mas deixou claro que elas não podem ser feitas de qualquer maneira e precisam ser equilibradas.
 
“As reformas devem cobrar de quem pode pagar e garantir os direitos de quem precisa receber”, argumentou, citando como exemplo o caso dos pescadores e dos benefícios continuados da Previdência.
 
O senador manifestando-se contrário às propostas que cobram a conta apenas dos mais pobres e mais humildes e apontou a necessidade de se buscar o equilíbrio das propostas, para que sejam socialmente justas.
 
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