Pastor Samuel Câmara pergunta: "O que mais eles poderiam fazer se estivessem governando o país?".
Por Warnoldo Maia de Freitas
O pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém do Pará, depois do susto, ficou indignado com a postura adotada pela Federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PC do B e PV, que tentou, sem êxito, na semana passada, impedir a igreja de exibir, como vem fazendo há mais de dez anos, a Bandeira do Brasil na fachada do seu templo central.
Além de deixar o pastor Samuel Câmara indignado - porque tal medida não foi tentada quando a Assembleia de Deus apoiava o então candidato Lula, em eleições pretéritas -, a iniciativa do PT e de seus aliados levou o presidente da Assembleia de Deus a acender a luz amarela, o sinal de "alerta".
"Fazemos isso, aqui, há muito tempo e nunca ninguém se incomodou. Por que só agora, em tempo de eleição o PT faz isso. Eu fiquei surpreso. Já me falaram muito sobre perseguição religiosa, mas eu não quer crer. Mas agora já estou pensativo. Nem estão governando o Brasil e já fazem isso com a igreja, com a bandeira do Brasil, imaginem se governassem", disse ele, lamentando a posição equivocada adotada pelo PT e seus aliados.
Prática antiga do PT
Essa "mania" do PT de combater o PATRIOTISMO brasileiro, manifestado, em parte, pela exibição da BANDEIRA DO BRASIL, um dos símbolos naturais da nação, não é uma prática nova.
Em março de 2016 o noticiário das televisões exibiu petistas e aliados rasgando, pisoteando e queimando bandeiras do Brasil em praça pública, em "atos de protesto".
Um mês depois, em abril de 2016, o PT paulista, de Hadad, impediu a Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) de exibir, de expor, a Bandeira do Brasil na sua fachada.
A medida foi implementada em represália ao posicionamento adotado pela FIESP, em dezembro de 2015, de apoiar o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
As condutas adotadas pelos petistas levam a crer que tais comportamentos têm como um dos seus objetivos desconstruir o Brasil enquanto nação.
Deixa claro que, muitos daqueles que se dizem "democratas" não aceitam, não respeitam posições contrárias aos seus interesses e só batem palma para quem reza pela sua cartilha.