Sab? Reis ficou "chateado" com as cr?ticas feitas ? homenagem proposta por ele para a amazonense Vivian Amorim, segunda colocada no BBB17, e resolveu cair fora da CPI destinada a investigar a chamada "farra do diesel
Líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado Sabá Reis (PR) anunciou na quarta-feira 19, que está retirando a assinatura da CPI do Combustível, apresentada com 11 assinaturas, três a mais do exigido pelo Regimento Interno da Assembleia Legislativa.
A Comissão Parlamentar de Inquérito pretende investigar denúncia de que empresários do transporte coletivo de Manaus compravam combustível mais barato aproveitando a isenção de ICMS concedida pelo governo estadual e revendiam o excesso. Por isso está sendo chamada de “farra do combustível”.
Sabá Reis revelou a retirada de assinatura durante discurso em que reclamou da repercussão negativa na imprensa e nas redes sociais, depois que a advogada Vivian Amorim, que ficou em segundo lugar no programa BBB17 e a seu pedido, compareceu à Casa, onde recebeu homenagens.
Durante o discurso, Sabá Reis chegou a dizer: “eu visto calças porque mereço usá-las”. Ele se dirigiu diretamente ao colega José Ricardo (PT), um dos autores do pedido de CPI, para dizer que estava fora.
Com o recuo de Sabá Reis, o pedido de CPI continua com dez assinaturas, número suficiente para sua instalação e funcionamento. Além de José Ricardo, o documento tem os nomes de Luiz Castro (Rede), Serafim Corrêa (PSB), Dermilson Chagas (PEN), Adjuto Afonso (PDT), Sinésio Campos (PT), Ricardo Nicolau (PSD) e os três parlamentares do PMDB: Alessandra Campêlo, Vicente Lopes e Wanderley Dallas.
Um dos deputados favoráveis à CPI, Serafim Corrêa quer entender o que ocorreu com a quantidade de combustível comprada na época em que havia isenção de ICMS e a que passou a ser adquirida com a suspensão do imposto.
A isenção foi suspensa em fevereiro, por decisão do governador José Melo (Pros). E a partir daí, os empresários passaram a comprar menos combustível. Daí a suspeita de desvio de combustível. Outra hipótese é a redução da frota naquele período da isenção. Mas se isso não aconteceu, fica a suspeita d